quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Génese do Movimento Republicano


O movimento republicano surgiu de uma aspiração, em si contraditória, da consciência burguesa, que se sentia revoltada e desconfortável com a sua situação. Esta aspiração burguesa de mudança não se traduziu na maior parte das vezes numa concertação de ideias e projectos.O movimento republicano português está intimamente ligado ao liberalismo, pois a sua génese estava já latente na vertente de esquerda presente nas Cortes Gerais de 1820-1822 (Vintismo), também na ideologia Setembrista a partir de 1836 e, mais tarde, na Patuleia de 1846-1847.A sua forte influência norteadora é a trilogia de valores saídos da Revolução Francesa de 1789: liberdade, igualdade e fraternidade.Em Portugal e em Espanha, as experiências republicanas resultaram de uma ideologia revolucionária burguesa, assente na desagregação do modelo do antigo regime. Neste contexto a monarquia constitucional, proveniente do modelo francês, estava condenada a falhar sempre que a ala liberal de esquerda tentasse responder aos problemas do país, de acordo com a referida trilogia revolucionária.Para o professor Joaquim de Carvalho, este "sentimento republicano" teve origem na reacção contra a decadência da ideologia liberal cartista. A aspiração republicana começou por se opor ao cartismo, isto é, à ala liberal conservadora; note-se que não se insurge contra o liberalismo, mas sim contra uma determinada interpretação do liberalismo; o seu objectivo é, em última análise, ultrapassar a Monarquia Constitucional, impossibilitada de concretizar o ideário da Revolução Francesa.A liberdade burguesa não conseguiu pôr em prática a igualdade de todos os cidadãos e, portanto, também não realizou o conceito de fraternidade, que não passava de uma utopia.Em Portugal, como no exterior, com o liberalismo verificara-se uma transferência de poder económico. A nobreza e o clero davam lugar à burguesia vencedora. A transição ideológica deu-se em 1870. Nesse ano, Antero de Quental exprimiu a sua opinião face ao republicanismo no periódico A República, de 11 de Maio; para ele, "é mais do que uma palavra: é um credo; mais do que uma bandeira: é um lábaro".Segundo Basílio Teles, este movimento prende-se com a renovação da escola coimbrã de 1865. Contudo é certo que os representantes da Geração de 70, como Antero de Quental, Oliveira Martins e Eça de Queirós, só esporadicamente consideraram o republicanismo o caminho a seguir na via democratizante. De acordo com outros investigadores, as raízes deste movimento têm de ser encontradas num período mais recuado. No ano de 1829, data do apogeu miguelista, surgiu a primeira referência a um regime republicano na Ilha Terceira, pela voz do general Marinho; mas esta foi totalmente inconsequente.O primeiro surto verdadeiramente democratizante aconteceu em Portugal de 1848 a 1852, quando a revolução da Patuleia tinha sido reprimida e em França acontecia a Revolução Francesa de 1848. Pela primeira vez era considerada seriamente a hipótese de se derrubar a monarquia constitucional. Esta hipótese foi avançada pelos setembristas, desencantados com a influência exercida sobre o trono pela coligação da Espanha e Inglaterra, e do rescaldo do entusiasmante clima democratizante vivido na revolta falhada da Patuleia.Nesta altura em Portugal era publicado o jornal A República, em Abril de 1848. José Estêvão, Oliveira Marreca e Rodrigues Sampaio perpetraram uma conspiração, conhecida como Conspiração das Hidras, nesse mesmo ano, enquanto os estudantes de Coimbra reivindicavam direitos democratizantes.Esta ideologia estava enraizada no sucesso francês de 1848 e era, ao mesmo tempo, republicana e socialista, por influência de Saint-Simon, Louis Blanc, Proudhon e Fourier. Entre 1850 e 1851 em Lisboa foi editado o Eco dos Operários de Lopes Mendonça e Sousa Brandão, ligado ao Centro Promotor das Classes Laboriosas (1853), de onde partiu o Partido Socialista Português de 1871. No Porto eram publicados os jornais A Esmeralda (1850-1851) e A Península (1852-1953), onde se destacou Custódio José Vieira. Outro dos mais importantes promotores do republicanismo foi Henrique Nogueira, um discípulo de Herculano, influenciado por Fourier e Louis Blanc. Na sua vasta obra reformadora, estão presentes as ideias do republicanismo, do socialismo francês, do municipalismo de Herculano e do associativismo/cooperativismo francês e, ainda, do federalismo dos povos da Península Ibérica.A utopia socialista caiu por terra em 1851, com a Regeneração e triunfo na Europa do capitalismo burguês.Antero de Quental e Teófilo Braga trouxeram à cena a Questão Coimbrã, e depois deste acontecimento cultural com ligações políticas constituiu-se o Cenáculo, onde Antero estudava Proudhon e se faziam as Conferências Democráticas do Casino (1871). Surgem então os jornais A República e O Republicano, em Lisboa, e no Porto A Gazeta Democrática.O novo republicanismo, vinte anos após a primeira experiência de 1841 a 1851, necessitava de uma larga base de apoio. Assim, a partir de 1878, e até 1890, voltou-se para acções propagandísticas. Em 1873 procurava uma ideologia que satisfizesse várias tendências. A ala esquerda, o republicanismo federal, que apresentava o maior número de adeptos, confundia-se com o socialismo. Verificando-se que o socialismo no nosso país não tivera a adesão desejada por parte do proletariado das grandes cidades, o republicanismo, para vingar, tinha de apelar para o conservadorismo burguês.Até à vitória do republicanismo unitário (1880), sob orientação do democrata Elias Garcia, há uma passagem para uma posição notoriamente mais conservadora. No entanto, a década seguinte abriria com acontecimentos decisivos que iriam alterar definitivamente o movimento, dando-se um novo élan.
Como referenciar este artigo:Génese do Movimento Republicano. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2008. [Consult. 2008-09-04].Disponível na www: .


Os pracinhas


Pracinha é um termo referente aos soldados veteranos do Exército Brasileiro que foram enviados para integrar as forças aliadas contra o nazi-fascismo na Segunda Guerra Mundial. Os pracinhas, membros da Força Expedicionária Brasileira, lutaram na Itália e participaram de importantes batalhas, como a batalha de Monte Castello. Os pracinhas eram os soldados que estavam na linha de frente das batalhas.

Antecedentes
Segundo os historiadores, o envio dos "pracinhas" foi muito contraditório, pois, Getúlio Vargas, então presidente, conduzia seu governo de uma maneira similar ao sistema autoritário dos fascistas.
Um dos motivos pelos quais Getúlio Vargas enviou os soldados brasileiros à Europa foi o apoio e incentivo econômico do governo dos Estados Unidos, notável pelo empréstimo para a criação da Companhia Siderúrgica Nacional.
Como consolidação desse apoio, o governo americano implantou uma base militar americana no nordeste do Brasil para lançar seu ataque às tropas inimigas na África.

Soldados brasileiros em Montese.

[editar] Participação na Guerra
Os pracinhas, ao lado dos estadunidenses e outras forças aliadas, foram importantes na conquista do sul da Itália, que acabaria por desestabilizar o governo de Benito Mussolini.
Muitos pracinhas foram mortos devido ao fogo amigo, já que o uniforme brasileiro da época era muito similar aos do inimigo, de cor cáqui.
Outro despreparo do Governo brasileiro foi enviar os soldados com uniformes que não os protegiam do frio do inverno europeu, um erro provavelmente devido ao fato de que era verão no Hemisfério Sul. Isso fez com que os soldados tivessem que usar jornais para se protegerem do frio intenso.
No início dos confrontotos, os soldados brasileiros levaram maiores baixas, pois além de não serem soldados de elite, estavam lutando contra os veteranos alemães, soldados que eram extremamente bem treinados e doutrinados, organizavam-se em pequenos grupos de combate e possuíam estratégias de combate de ataque rápido (Blitzkrieg) e de independência de ação no campo de batalha. Porém, ao desenrolar dos confrontos, os pracinhas ganhariam a melhor arma de todas: A experiência em combate e o conhecimento do inimigo. E foi com tais habilidades que os pracinhas conseguiram perpetuar seus nomes na história dos vencedores da II Guerra Mundial, após vencerem o Eixo europeu nas batalhas de Montese e Monte Castello.

[editar] Curiosidades
A rapadura foi um dos alimentos mais importantes dos pracinhas na Europa, pois, como o exército dificilmente abastecia os soldados durante as batalhas, a rapadura desempenhou um papel de alimento de alta fonte energia, suprindo as necessidades nutritivas momentâneas dos soldados.

[editar] Ver também
Associação Nacional dos Veteranos da Força Expedicionária Brasileira
Batalha de Montese
Batalha de Monte Castello


Guerra do Paraguai inicia movimento republicano


Roberson de Oliveira*Especial para a Folha de S. Paulo

A Guerra do Paraguai marcou de maneira profunda a história do Paraguai e do Brasil.A economia paraguaia, que vinha se desenvolvendo desde a Independência, recebeu um golpe do qual não se recuperou nunca mais. Suas Forças Armadas, das mais bem organizadas e equipadas da América do Sul, foram destruídas. Estima-se que praticamente metade da população paraguaia pereceu nesse conflito.A vitória brasileira consolidou o país como potência regional, mas, por outro lado, deixou evidente a sua fragilidade. Um território imenso, ocupado de forma rarefeita por uma população em grande parte constituída de escravos, colocava em risco permanente as nossas fronteiras terrestres. Desde então, as críticas ao sistema escravista começaram a intensificar-se, abrindo caminho para o movimento abolicionista.A vitória, de outro lado, contribuiu para que os militares se conscientizassem da sua importância. Até então, o Exército era colocado em segundo plano em relação à Marinha, sempre apoiada pelo Império, dada a necessidade de defesa de um litoral de mais de 8.000 quilômetros. A Guerra do Paraguai demonstrou que as fronteiras terrestres também precisavam ser guarnecidas e que o Exército precisava de mais apoio, maior efetivo e melhores equipamentos. O fato de as reivindicações dos militares não serem atendidas pelo Império deslocou, progressivamente, parcela da oficialidade para a oposição.A animosidade dos militares contra o Império foi catalisada pela influência da corrente filosófica positivista entre alguns oficiais, entre os quais se destacava Benjamin Constant. Para esse grupo de militares, a monarquia se constituía num regime retrógrado e contrário aos princípios racionais de organização política. Segundo eles, a modernização do sistema político implicava a adoção do regime republicano. Entre as principais tarefas do novo regime, estaria a universalização da cidadania, com os direitos e deveres que lhe correspondem. Para os militares positivistas, a cidadania seria o elo efetivo de unificação de todos os brasileiros e, portanto, o fundamento da nação. O golpe desferido pelos militares em 15 de novembro foi bem-sucedido na intenção de implantar a República, mas a universalização da cidadania permanece como o maior desafio do regime até hoje.
*Roberson de Oliveira é autor de "História do Brasil: Análise e Reflexão" e "As Rebeliões Regenciais" (Editora FTD) e professor no Colégio Rio Branco e na Universidade Grande ABC.

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Biografia de Thomas Jefferson


Thomas Jefferson (13 de Abril de 17434 de Julho de 1826) foi o terceiro (1801–1809) presidente dos Estados Unidos da América. Para além de estadista foi um filósofo político, um revolucionário, proprietário agrícola, arquitecto, arqueólogo, autor e um espírito elucidativo do iluminismo.
Os seus pais foram Peter Jefferson (29 de Março de 1708 - 17 de Agosto de 1757) e Jane Randolph (20 de Fevereiro de 1720 - 31 de Março de 1776), ambos de famílias de colonos estabelecidos na Virginia há várias gerações. Ele frequentou o College of William & Mary, tendo depois tentado instituir aí reformas, antes de finalmente vir a fundar a sua própria visão de ensino superior com a Universidade de Virginia.
Foi o principal autor da Declaração da Independência Americana, e uma fonte de muitas outras contribuições para a cultura americana. A lista de sucessos da sua presidência inclui a compra da Louisiana e a expedição de Lewis e Clark.
A sua casa em Virginia, que ele próprio desenhou, foi em Monticello, perto de Charlottesville, tendo sido equipada com portas automáticas e outros dispositivos convenientes inventados pelo próprio Jefferson.
Os interesses de Jefferson incluem a arqueologia, uma disciplina que estava então na sua infância. Ele foi por vezes chamado de "pai da arqueologia", em reconhecimento pelo seu papel no desenvolvimento de técnicas de escavação. Quando explorava um túmulo índio na sua propriedade na Virginia em 1748, Jefferson evitou a prática comum de cavar de cima para baixo até que algo aparecesse. Em vez disso, ele cortou uma cunha do túmulo por forma a que se pudesse caminhar para dentro, observar as camadas de ocupação e tirar conclusões delas.
Jefferson era também um ávido apreciador de vinho e um gastrónomo. Embaixador na França (1784-1789), envolveu-se entusiásticamente nos primeiros acontecimento da Revolução Francesa para os quais ainda não se conhece ao certo a real dimensão da sua intervenção, embora seja evidente. Realizou inúmeras reuniões políticas na sua casa, trocou numerosa correspondência com vários dos protagonistas políticos e inclusivé, elaborou projectos de propostas políticas, como seja a de uma «Declaração dos direitos do cidadão». Fez longas viagens pela França e outras regiões vinícolas europeias, e enviava os melhores vinhos para a Casa Branca. É conhecido pela sua arrojada declaração: "Nós poderiamos, nos Estados Unidos, produzir variedades de vinho tão boas como aquelas feitas na Europa, não exactamente dos mesmos tipos, mas sem dúvida da mesma qualidade". Apesar da vinha ter sido extensamente plantada em Monticello, uma porção significativa era V. vinifera, que não sobreviveu às muitas doenças nativas das Américas. Por isso, Jefferson nunca conseguiu produzir vinho tão bom quanto o europeu. No entanto é provavel que ele ficasse satisfeito com a quantidade e qualidade do vinho que é hoje produzido na Virginia, para não falar do resto do país.
A visão de Jefferson para os Estados Unidos era a de uma nação agrícola de pequenos proprietários lavradores, em contraste com a alternativa proposta por Alexander Hamilton, que desejava uma nação de comércio e da manufactura. Jefferson era um grande crente na singularidade e do enorme potencial dos Estados Unidos da América, sendo frequentemente citado como um precursor do excepcionalismo americano.
Como muitos donos de terra do seu tempo, Jefferson possuía escravos. Um tema de considerável controvérsia desde o próprio tempo de Jefferson é saber se Jefferson era o pai de alguma das crianças da sua escrava Sally Hemings. Uma perspectiva moderna sobre esta relação encontra-se no livro "As crianças de Jefferson" de Shannon Fair.
A eleição presidencial americana de 1800 resultou num empate entre Jefferson e seu oponente Aaron Burr. Foi resolvido a 17 de Fevereiro de 1801, quando Jefferson foi eleito presidente e Burr vice-presidente pela câmara dos representantes. Jefferson foi o único vice-presidente americano a ser eleito para a presidência e servido dois mandatos plenos.
O retrato de Jefferson aparece na nota de 2 dólares e na moeda de 5 cêntimos (ou nickel). Thomas Jefferson foi enterrado na sua propriedade em Monticello. o epitáfio, escrito pelo próprio com a insistência que apenas as suas palavras e nem uma palavra mais sejam incritas, lê-se:
Aqui jaz Thomas Jefferson, autor da declaração da independência americana, da lei da liberdade religiosa da Virginia e pai da Universidade da Virginia
De notar a falta a uma referência à sua presidência
Jefferson possuia uma grande biblioteca particular, ele acumulou diversos livros durante 50 anos. Sua biblioteca foi considerada uma das melhores dos Estados Unidos. Mais tarde ele vendeu sua coleção de 6.487 livros para a Biblioteca do Congresso

[editar] Acontecimentos durante o seu primeiro termo como presidente
Lei da propriedade agrária de 1800
Compra da Louisiana
Nomeou James Monroe como representante especial a França e enviou-o a Paris em 1803 para comprar a cidade de Nova Orleães.
Expedição de Lewis e Clark

[editar] Influências
Jefferson foi fortemente influenciado pelas idéias da igreja dos irmãos polacos.
O inglês John Bidle tinha traduzido duas obras de Przypkowski: o catecismo racoviano e uma obra de J. Stegmann, um "irmão polaco" da Alemanha.
Os seguidores de Bidle tinham relações próximas com a família polaca sociniana de Crellius (conhecido como Spinowski).
Subseqüentemente, a ramificação unitária do Cristianismo foi continuada, sobretudo com Joseph Priestley, que tinha emigrado para os EUA e era amigo de James Madison e Thomas Jefferson.
Os princípios políticos de Jefferson foram também fortemente influenciados por John Locke, particularmente em relação ao princípio da inalienabilidade dos direitos, da soberania popular e em especial, da limitação do poder do Estado e da divisão tripartida do poder.

Partido Republicano dos EUA


O Partido Republicano dos Estados Unidos da América, coloquialmente conhecido no seu país como GOP (Grand Old Party), sendo um dos dois maiores partidos políticos. O actual presidente do país, George W. Bush, é um membro do partido – e seu líder de facto – . O partido perdeu recentemente, nas eleições de 2006, a maioria nas cadeiras do Senado e na Câmara dos Representantes, assim como também no número de governadores de estados e câmaras estaduais. O Partido Republicano é considerado o mais conservador dos dois maiores partidos, embora nos Estados Unidos não se aplique na totalidade a clivagem esquerda-direita tradicional
Características do Partido Republicano

John Charles Frémont foi o primeiro candidato à presidência pelo Partido Republicano, em 1856.
Foi organizado em Ripon, Wisconsin em 28 de fevereiro de 1854, como um partido oposto à expansão da escravatura nos novos territórios apresentada no Acto de Kansas-Nebraska. Não deve ser confundido com o Partido Democrata-Republicano de Thomas Jefferson ou com o Partido Republicano Nacional de Henry Clay. A primeira convenção do Partido Republicano dos EUA foi em 6 de julho de 1854 em Jackson, Michigan. Muitas das suas políticas iniciais foram inspirados no já extinto Partido Whig. Desde seu início, os seus opositores principais são o Partido Democrata.
O símbolo oficial do Partido Republicano é um elefante. Apesar do elefante já ter sido associado ao partido anteriormente, o primeiro uso importante do símbolo foi associado a uma caricatura política de Thomas Nast, publicada na revista Harper's Weekly, em 7 de novembro de 1874. [1]. No início do século XX, o símbolo tradicional do Partido Republicano nos estados de Indiana e Ohio era a águia, em oposto ao galo dos democratas. O símbolo ainda aparece nas urnas de Indiana.

[editar] Presidentes republicanos dos Estados Unidos
Abraham Lincoln, 1861-1865
Ulysses Grant, 1869-1877
Rutherford Hayes, 1877-1881
James Garfield, 1881
Chester A. Arthur, 1881-1885
Benjamin Harrison, 1889-1893
William McKinley, 1897-1901
Theodore Roosevelt, 1901-1909
William Taft, 1909-1913
Warren Harding, 1921-1923
Calvin Coolidge, 1923-1929
Herbert Hoover, 1929-1933
Dwight Eisenhower, 1953-1961
Richard Nixon, 1969-1974
Gerald Ford, 1974-1977
Ronald Reagan, 1981-1989
George H. W. Bush, 1989-1993
George W. Bush,2001-2009

[editar] Personalidades contemporâneas ligadas ao Partido Republicano
Políticos:
Rudolph Giuliani, prefeito de Nova Iorque de 1993 a 2001
Michael Bloomberg, prefeito de Nova Iorque desde 2002
Richard Riordan, prefeito de Los Angeles de 1993 a 2001
Arnold Schwarzenegger, governador da Califórnia desde 2003
John McCain, senador do Arizona
Jeb Bush, governador da Flórida de 1999 a 2007
George Pataki, governador de Nova Iorque desde 1994
Chuck Hagel, senador do Nebraska
Rick Santorum, senador da Pensilvânia
Mitt Romney, governador de Massachusetts desde 2003