
Pracinha é um termo referente aos soldados veteranos do Exército Brasileiro que foram enviados para integrar as forças aliadas contra o nazi-fascismo na Segunda Guerra Mundial. Os pracinhas, membros da Força Expedicionária Brasileira, lutaram na Itália e participaram de importantes batalhas, como a batalha de Monte Castello. Os pracinhas eram os soldados que estavam na linha de frente das batalhas.
Antecedentes
Segundo os historiadores, o envio dos "pracinhas" foi muito contraditório, pois, Getúlio Vargas, então presidente, conduzia seu governo de uma maneira similar ao sistema autoritário dos fascistas.
Um dos motivos pelos quais Getúlio Vargas enviou os soldados brasileiros à Europa foi o apoio e incentivo econômico do governo dos Estados Unidos, notável pelo empréstimo para a criação da Companhia Siderúrgica Nacional.
Como consolidação desse apoio, o governo americano implantou uma base militar americana no nordeste do Brasil para lançar seu ataque às tropas inimigas na África.
Soldados brasileiros em Montese.
[editar] Participação na Guerra
Os pracinhas, ao lado dos estadunidenses e outras forças aliadas, foram importantes na conquista do sul da Itália, que acabaria por desestabilizar o governo de Benito Mussolini.
Muitos pracinhas foram mortos devido ao fogo amigo, já que o uniforme brasileiro da época era muito similar aos do inimigo, de cor cáqui.
Outro despreparo do Governo brasileiro foi enviar os soldados com uniformes que não os protegiam do frio do inverno europeu, um erro provavelmente devido ao fato de que era verão no Hemisfério Sul. Isso fez com que os soldados tivessem que usar jornais para se protegerem do frio intenso.
No início dos confrontotos, os soldados brasileiros levaram maiores baixas, pois além de não serem soldados de elite, estavam lutando contra os veteranos alemães, soldados que eram extremamente bem treinados e doutrinados, organizavam-se em pequenos grupos de combate e possuíam estratégias de combate de ataque rápido (Blitzkrieg) e de independência de ação no campo de batalha. Porém, ao desenrolar dos confrontos, os pracinhas ganhariam a melhor arma de todas: A experiência em combate e o conhecimento do inimigo. E foi com tais habilidades que os pracinhas conseguiram perpetuar seus nomes na história dos vencedores da II Guerra Mundial, após vencerem o Eixo europeu nas batalhas de Montese e Monte Castello.
[editar] Curiosidades
A rapadura foi um dos alimentos mais importantes dos pracinhas na Europa, pois, como o exército dificilmente abastecia os soldados durante as batalhas, a rapadura desempenhou um papel de alimento de alta fonte energia, suprindo as necessidades nutritivas momentâneas dos soldados.
[editar] Ver também
Associação Nacional dos Veteranos da Força Expedicionária Brasileira
Batalha de Montese
Batalha de Monte Castello
Segundo os historiadores, o envio dos "pracinhas" foi muito contraditório, pois, Getúlio Vargas, então presidente, conduzia seu governo de uma maneira similar ao sistema autoritário dos fascistas.
Um dos motivos pelos quais Getúlio Vargas enviou os soldados brasileiros à Europa foi o apoio e incentivo econômico do governo dos Estados Unidos, notável pelo empréstimo para a criação da Companhia Siderúrgica Nacional.
Como consolidação desse apoio, o governo americano implantou uma base militar americana no nordeste do Brasil para lançar seu ataque às tropas inimigas na África.
Soldados brasileiros em Montese.
[editar] Participação na Guerra
Os pracinhas, ao lado dos estadunidenses e outras forças aliadas, foram importantes na conquista do sul da Itália, que acabaria por desestabilizar o governo de Benito Mussolini.
Muitos pracinhas foram mortos devido ao fogo amigo, já que o uniforme brasileiro da época era muito similar aos do inimigo, de cor cáqui.
Outro despreparo do Governo brasileiro foi enviar os soldados com uniformes que não os protegiam do frio do inverno europeu, um erro provavelmente devido ao fato de que era verão no Hemisfério Sul. Isso fez com que os soldados tivessem que usar jornais para se protegerem do frio intenso.
No início dos confrontotos, os soldados brasileiros levaram maiores baixas, pois além de não serem soldados de elite, estavam lutando contra os veteranos alemães, soldados que eram extremamente bem treinados e doutrinados, organizavam-se em pequenos grupos de combate e possuíam estratégias de combate de ataque rápido (Blitzkrieg) e de independência de ação no campo de batalha. Porém, ao desenrolar dos confrontos, os pracinhas ganhariam a melhor arma de todas: A experiência em combate e o conhecimento do inimigo. E foi com tais habilidades que os pracinhas conseguiram perpetuar seus nomes na história dos vencedores da II Guerra Mundial, após vencerem o Eixo europeu nas batalhas de Montese e Monte Castello.
[editar] Curiosidades
A rapadura foi um dos alimentos mais importantes dos pracinhas na Europa, pois, como o exército dificilmente abastecia os soldados durante as batalhas, a rapadura desempenhou um papel de alimento de alta fonte energia, suprindo as necessidades nutritivas momentâneas dos soldados.
[editar] Ver também
Associação Nacional dos Veteranos da Força Expedicionária Brasileira
Batalha de Montese
Batalha de Monte Castello

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